O fracasso de público no futebol brasileiro ao decorrer dos anos

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O fracasso de público no futebol é uma realidade firmada. Entra ano, sai ano, mas o regulamento limitado ou falho de muitos estados geram desinteresse.

A constante troca de times por parte dos jogadores também atrapalha, pois impede a criação de uma identidade por parte do torcedores.

O término de 18 dos 27 Estaduais provou a dura realidade: No geral, o público em comum foi perto de 500 pagantes por partida!

Esse dado exclui Roraima, pois a Federação local desrespeita o estatuto do torcedor e não divulga público e Amapá, onde o certame não começou.

O valor elevado dos ingressos também pode ser um fator do público no futebol ter diminuído constantemente.

O levantamento feito pelo jornal Extra aponta que nem os campeonatos de expressão como São Paulo, Santa Catarina – 5 de 10 participantes jogam o Brasileirão de Série A até D, Pernambuco e Rio de Janeiro escaparam desse insucesso.

No Rio 40% das partidas envolveu menos de 500 torcedores. Curiosamente o argumento que impede as Federações de voltarem a fazer os Regionais (Sul Minas, Rio São Paulo etc) é que os filiados de menor expressão precisam da renda contra os grandes para se manter.

Dos 25 estaduais mencionados, apenas 12 conseguiram ter pelo menos uma partida com público superior a 10 mil pagantes. São Paulo – 38 vezes, Minas Gerais – 15 vezes e Rio – 11 vezes atingiram essa marca.

Já o número de jogos com menos de 500 pessoas aponta – Pernambuco (48), Sergipe (47), Mato Grosso do Sul (47), Espírito Santo (41), Amazonas (41), Rio (40).

O que fazer para melhorar?

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