Rir ou Chorar? Esporte no Brasil está a um passo da regressão!

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O Esporte no Brasil recebeu duas “bombas” nessa semana, quiçá três, caso a atividade física como lazer também se enquadre nessa espécie de coluna.

O índice de sedentarismo está crescendo no Mundo e segundo várias pesquisas, o ideal para praticar um exercício físico prazeroso é entre 120 a 150 minutos por semana.

A desculpa para a falta de tempo é o excesso de trabalho, contudo, um indivíduo ativo no esporte tem maior criatividade, disposição e rendimento. Logo, as próprias empresas deviam estimular seus funcionários a respirarem e terem seus momentos de lazer, as vezes, menos é mais. A estimativa é que quase 40% da população não pratique nenhum tipo de atividade até 2030.

Profut
Mal começou e já vai perdendo força… quase sendo pisoteado! O Supremo Tribunal Federal concedeu liminar que desobriga os clubes a cumprirem as obrigações financeiras.
Dessa forma, algumas “seguranças” para recebimento de salário sequer iniciarão para os jogadores, assim como a ameaça de rebaixamento para quem desrespeitasse a lei.
Tais regras poderiam violar a autonomia de uma organização e funcionamento das entidades esportivas, assim, não é mais obrigatório apresentar Certidão Negativa de Débitos Federais, sequer regularidade de contribuição ao Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS).
Antes disso, o Rio Preto chegou a entrar com um recurso diante da FPF (Federação Paulista de Futebol), exigindo que as obrigatoriedades passassem a valer para 2018. Dos 6 clubes que cumpriram as normas, 4 foram rebaixados, sob a alegação que os outros adversários conseguiram jogadores mais caros e experientes, fortificando seu plantel.

Sem Esporte?
O Esporte no Brasil recebeu seu “terceiro” pisão. A verba disponível para o Ministério do Esporte sofrerá redução de 87% em 2018. A concessão de Bolsa a atletas cai de 130 milhões de reais para apenas 70 milhões.
O Bolsa Atleta dentro desses valores perdeu 50%, mas quase 6 mil atletas beneficiados terão “apuros”, já que mais 5 novas modalidades olímpicas entrarão em disponibilidade para receber ajuda.
Há quem “desconverse” e diga que esse valor é inicial, mas será elevado junto ao Congresso Nacional.
Quem acompanha tais modalidades, sabem que os atletas tem muitos problemas de infra estrutura e transporte para treinar. A precariedade se contrapõe na hora de disputar medalhas quando comparados a outros países como Rússia, Alemanha e Estados Unidos, aumentando cada vez mais a distância para as potências esportivas.

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