Raquel Barbosa, assistente CBF, não vê atitude como machismo!

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Resumo: A foto de Raquel Barbosa, assistente do quadro CBF, viralizou na Internet, após ser cercada por jogadores do Murici.

Sabe aquele fotógrafa que registra o momento exato de uma imagem, a ponto de fazê-la correr no Mundo? Assim foi o retrato de Pei Fon.

A assistente de 29 anos, Raquel Barbosa foi cercada por jogadores do Murici, tudo porque validou o gol do CSA na vitória por 2 x 1, sobre a equipe citada. A profissional que possui bastante qualidade, também já participou de vários jogos do Campeonato Brasileiro Série C!

A reclamação era de falta na origem do lance, inicialmente Raquel Barbosa não correu para o meio, mas após conversa com o árbitro, decidiram que o gol foi legítimo.

Assim, houve a discussão e a foto foi tirada, o goleiro Léo, encarou a assistente, reclamou, mas tomou cartão amarelo, logo, não houve nenhum tipo de insulto, machismo ou qualquer tipo de agressão.

Reações da Internet
O grande problema das redes sociais é que há pessoas “experts” em julgar atitudes de forma precipitada, assim, sobrou para o arqueiro, discriminado ou classificado pelo seu ato como uma briga de gênero.

A atitude da reclamação exacerbada está ERRADA, a punição foi o cartão amarelo e parou por aí! O erro, no “calor do momento”, foi agir de forma contrária as marcações da arbitragem. Isso é independente de quem esteja apitando o jogo.

Sabemos que esse tipo de imagem é “normal”, usamos aqui o termo normal próximo no sentido de comum ou corriqueiro, mas reafirmamos, é INDEVIDO.

Provavelmente, ninguém viu o lance ou o jogo, mas “jogaram pedra” no goleiro. Aliás, ele ligou para a assistente e se desculpou, caso tivesse faltado com o respeito. A forma da reclamação foi exagerada, mesmo existindo ou não o erro de arbitragem, que nesse caso acertou.

Verdade
A foto que se tornou viral, assim como o julgamento ao goleiro, teve os comentários da própria Raquel Barbosa.

Para Raquel, em hipótese alguma, atletas devem reclamar de tal maneira, mas ressalta que não houve desrespeito, nada grosseiro ou sequer abusivo.

A assistente defende que quem age com ética e profissionalismo, consegue se consolidar no mercado de trabalho, mas não pode existir vitimização em relação a ser mulher.

Veja gols e lances da partida:

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