Nós somos humanos e temos nossos direitos!!!

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Resumo: Sidão errou, admitiu a falha e “só se fala nisso”. Então que essa postagem seja uma reflexão para evidenciar que o futebol é jogado por humanos e não máquinas!

Para aqueles que votaram propositalmente no goleiro Sidão como craque da partida entre Santos x Vasco, para “sacanear uma falha”, há o peso de uma atitude monstruosa por não conhecer a sua história, que pode ser resumida pelo próprio:
“Com 17 para 18 anos eu deslumbrei e comecei a ir para a noite. Gastava o dinheiro todo com bebidas e tal. Foi quando tive uma perda muito grande, que foi a morte da minha mãe. Isso me trouxe um sentimento de culpa muito grande. Tive depressão forte. Graças a Deus não tive coragem de tirar a minha própria vida, mas pensava nisso o tempo todo. Para mim, não valeria mais a pena estar no mundo com minha mãe tendo partido , comento o atleta na época.”

Dessa forma, Sidão queria fazer um jogo inesquecível para homenagear sua mãe em um dia tão especial, contudo, a situação ficou delicada após o primeiro gol, onde errou.

Ironicamente, recebeu o prêmio de melhor em campo em votação popular.

LIÇÃO DE VIDA
Nossa intenção é mostrar que há um aprendizado nessa situação para os humanos no Mundo do Futebol e os fãs mais exaltados. Sim, nós somos humanos! É verdade, trabalhamos com esporte, o que nos faz passar por situações que poucos imaginam…

Acordamos de madrugada ou viajamos durante a noite para trabalhar com futebol, temos poucas horas de descanso e nem todos ganham aquele salário absurdo conforme se fala por aí…

Vamos errar como vocês, sejamos nós atletas, treinadores, preparadores físicos, analistas, entre outros. Jamais perderemos de “sacanagem”, porque gostamos daquilo que fazemos, a ponto de deixar de lado coisas que nenhum salário (alto ou não) substitui…

A medida em que crescemos no meio, não podemos ir no cinema, jantar com a família ou sair para outros locais públicos. Isso pode ser pela euforia de uma derrota ou pela fúria de um revés.

Uma foto postada nas redes sociais pode interromper uma carreira, uma escrita dúbia e tudo pode acabar…

Mesmo entre os cargos citados que não são reconhecidos de imediato, a frustração de falhar individual ou coletivamente, já nos priva desses compromissos ou horas de lazer. O cansaço ou a insatisfação são tamanhas, que quando não atingimos o êxito, cancelamos tais eventos ou “vamos de corpo”, mas com a mente vazia, esgotadas por esses problemas, sem desfrutar do momento.

Há quem diga que isso é questão de costume, mas para os mais competitivos, nunca será, independente de hostilidade ou não da torcida.

Abrir mão de tais momentos e no esporte coletivo, ainda muitas vezes ocupar uma posição que pode ser classificada como o “único culpado” é tenso. Hostilizar dessa forma que tem sido cada vez mais habitual é vexatório…

Erros irão acontecer na vida de todo e qualquer cidadão. A pergunta que fica é: Você que está trabalhando duro na sua profissão, mas com outro tipo de pressão (sem as ameaças da violência física ou de descontrolados que querem descontar problemas pessoais nos outros), ficaria satisfeito ou acharia certo passar por humilhação na frente de familiares e amigos?

Imaginem a reação de vocês se no final desse mês, seus companheiros de trabalho te chamassem ou entregassem um troféu porque ao invés de ajudar, seus atos tivessem atrapalhado o rendimento dos demais?

Reflitam: E se seus erros gerassem uma invasão no seu local de trabalho por desconhecidos, que colocassem o dedo na sua cara e te julgassem…

Não faça aos outros aquilo que não desejar para si próprio…Somos Humanos…

ESPORTE É RESPEITAR O PRÓXIMO!

 

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